Arte | Gastronomia | São Paulo

O verdadeiro Clube do Picadinho – Tropa Gourmet

Por em 10 de abril de 2018

Um grupo de pessoas se conhecem no whatsapp. Em comum o fato de que amam gastronomia e têm contas de instagram.

Cada um com uma profissão e histórico diferente. Culturas e vidas variadas morando pelo Brasil afora.

O que poderia ser mais um daqueles grupos que a gente bota no mudo por um ano se torna uma amizade, uma vontade de fazer algo legal.

Vamos nos encontrar? Sim. Um almoço a quantas mãos pudermos. A coisa cresceu, se tornou uma aula almoço aberta para terceiros que contribuem para o pagamento da locação do espaço de co-working e os insumos que não são gentilmente cedidos pelos parceiros “patrocinadores de produtos”. 

Sem intuito de lucro, o grupo que se auto-entitula tropa gourmet e que contém um doctor-chef, uma publicitária com brilho nos olhos, um advogado afinador de queijos, dentre outros, consolidou a amizade e fez um evento que pretende ser itinerante no brasil.

Sucesso a vista, pois a amizade e a paixão pelo comer e beber bem une e alegra. O Chef Cozinha do Alquimista liderou a iniciativa e o grupo cresce, se ajuda, traz outros perfis e colaboradores pra junto.

Sábado teremos nosso segundo encontro.  São Paulo e agora Rio. Para onde iremos? Se Deus quiser a gula é o limite!

Orgulho de ser co-organizadora do evento. Faca na mão, aventais sujos e roupas limpas, bora cozinhar!!!!

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Gastronomia | Rio de Janeiro

Dona Desirée – A sofisticação da comida brasileira

Por em 9 de abril de 2018

Ambiente gostoso, comida brasileira.

Dona Desirée tem um serviço bom em um point que me traz boas lembranças da época de início de namoro.

No buchicho do Leblon, a casa oferece pratos como o pão de queijo macio com barriga de porco e uma maionese cremosa, um camarão ao curry bem temperado com arroz de jasmim. Provei ainda uma delicada e bem desenvolvida moqueca de mexilhões que estava fora do cardápio. Pedi e veio pimenta de verdade, bem saborosa.

Para harmonizar, um belo Chardonnay Alamos 2015 – amo Mendozianos – a um preço honesto R$ 130,00.

Doces caseiros com queijo canastra em apresentação impecável e Cafézinho honesto para finalizar, a trezentos e poucos o casal.

O chef veio se apresentar e ver como andavam os trabalhos. Conversei com amigos que estavam lá repetindo na mesma semana, pois tinham adorado.

Dica da Mural Comunicação e testemunho da querida Cris Galdeano do Eu me Visto de Musica.

Já reservou?

Dona Désirée Restaurante Mural Comunicação eu me visto de música

 

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Gastronomia

Mucio Abreu – O Menino Maluquinho

Por em 5 de abril de 2018

Cresci lendo o menino maluquinho.

O menino tinha um acordo com o relógio (o dia era bem maior para caber tudo que o menino queria fazer) e andava sempre uma panela na cabeça.

Ao final do livro, o menino cresce e percebe que não era maluquinho, ele só era feliz. E a idade o torna um homem feliz.

Ziraldo me ensinou que com alegria se consegue abraçar o mundo com as pernas.

Mucio Abreu poderia bem ser o personagem de Ziraldo. Médico, pai, marido exemplar, corredor, elegante e com certeza futuro máster chef – mas para mim será o eterno Doctor Chef –  suas obras de arte na cozinha de sua própria casa encantam a todos.

Não bastasse isso, ele responde e comenta todos os amigos virtuais tanto em português quanto inglês.

Seu empratamento é tão especial que suas receitas são repostadas em páginas internacionais.

Como ele consegue? Só a história do menino maluquinho explica.

E agora eu entendi, finalmente, a panela na cabeça… é que por mais atividades que ele faça, a comida sempre está lá, preenchendo ideias e deixando que o estresse da profissão se transforme em arte.

Gastroempatia.

Obrigada amigo, você sempre será nosso Doctor da #tropagourmet

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Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Minha Cidade

Por em 17 de março de 2018

Em meio a tudo que ocorre no rio, um texto de Danusia Barbara – ele continua lindo…:  Saio pelo Rio lambendo cada detalhe de minha cidade. Ando pelo caminho da Urca, vejo o mar batendo forte, deixo a beleza entrar em mim, faço parte dela. E vou comer umas empadinhas, tomar água de coco, pensar na feijoada de sábado com a turma tocando chorinho, o feijão já está de molho, as carnes de porco idem, a laranja fatiada, a couve ao ponto, a farinha agregando, num gosto meio selvagem e muito nosso. Quindins ultradoces de sobremesa, por favor.  Sigo adiante. A lagoa se prepara para a árvore de Natal, a gente belisca nos quiosques vendo o anoitecer. Passo adiante, Copacabana é linda. Sento no Amir em busca de coisas árabes, a começar pelo sanduíche feito de muitas carnes, girando em si, que nem dança do ventre no Quartier Latin, de Paris. Se for último domingo do mês, vou para o Museu do Açude. Lá tem brunch da Casa dos Sabores, música ao vivo, eu no meio da floresta vendo a cidade lá embaixo.  Rio te como demais.”

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Gastronomia | Receitas

#TB de Tartare – receita para duas grandes porções

Por em

Essa receita é menos complexa de fazer do que a maioria, mas exige ingredientes fresquinhos e de boa procedência.

– 350 g de filet-mignon ou patinho sem gordura (peça para picarem em pedacinhos – não moer) – 1 gema de ovo
– 1 colher de sobremesa de molho inglês – 1 colher de sopa de alcaparra picadinha
– 1/3 de uma cebola picada em pedacinhos – 1 colher de sobremesa de mostarda de Dijon
– 1/3 de taca de liquor de conhaque – gotas de molho de pimenta ?
– 1 colher rasa de sobremesa de salsinha picada
– 1 colher (sopa) de ketchup Heinz
– Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto

Misture a carne picada aos demais ingredientes até que tudo esteja bem homogêneo. Adicione o sal, pimentas e molho inglês aos poucos para que esteja a seu gosto.

Para acompanhar, sugiro uma salada fresca, torradinhas ou a tradicional batata frita. #tartare #receita #tropagourmet #batatafrita #gourmet #topfoods #foodporn #recipe #wine

 

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Viagens

A CIDADE LUZ – PARIS

Por em 25 de fevereiro de 2018

Não foi amor à primeira vista. A cidade me ganhou aos poucos. Agora quero morar alguns meses lá.

Na primeira vez que fui, tinha cinco anos e me lembro de comer boas crepes, chupar um pirulito ENORME lembrando a torre (que minha mãe me obrigou a guardar todos os dias já que comprei) e brincar no jardim de Tuileries com meu pai com um brinquedo que era um pássaro de plástico de borracha.

Voltei no estilo “mochilão” aos 19 anos e me apaixonei por croissant aux amandes, passei por lá na lua de mel, mas dessa última vez me apaixonei!

O astral

Passear pela cidade observando pessoas elegantes, fuçar as pâtisseries lindas com delicadas tarteletes, refinados macarons e indiscutíveis pains au chocolat é por si só uma opção de vida.

A mesa é uma tradição. Sentar-se com calma, comer bem, conversar, tomar um vinho… sem pressa nem correria é sábio. A relação da reverência às refeições é inegável.

Confesso que isso só agrega ao fato de que os queijos de cabra, primordialmente, patês, tartares e sopas de cebola são incomparavelmente melhores do que em qualquer lugar do mundo!

Compramos queijinhos do produtor em uma feira, um vinhozinho no supermercado, e um pãozinho na boulangerie e pronto! De três estrelas para cima com orçamento menos de R$ 50,00 por duas pessoas.

Os parisienses também estão mais simpáticos. Tirando um moço no metro, fomos excepcionalmente atendidos e a maior parte pelo menos fala um “obrigado” ao final. Nota-se o esforço em tratar bem quem vem visitar.

Museus e Parques

Voltar ao Louvre com as crianças foi um barato. Queriam tirar foto de cada peça. E quando dizíamos que era para guardar a bateria da câmera para coisas especiais respondiam “mas isso aqui é incrível, olha só!!!”

O Musée D’Orsay para mim foi meu preferido. Peças impressionistas em uma estrutura que por si só é uma obra de arte. Tire uma tarde, pare no café do quinto andar (estiloso!) e termine ouvindo músicos que tocam na rua em frente ao museu (dependendo do dia e do tempo).

A visita ao Chateaux de Vincennes foi uma maravilha! As crianças se divertiram no castelo medieval, com ponte levadiça e tudo que pode imaginar a partir dos filmes. A lojinha, então… dá vontade de levar tudo!

Se for ficar uma semana, compre o Navigot semanal que vale de segunda a domingo (seguidos). Auxilia no transporte sem limites pela cidade. O metrô realmente é extremamente abrangente e funciona.

Indo com crianças, a Eurodisney é um must. Tire dois dias pelo menos para visitar os parques. O parque do Obelix e Asterix dizem que é o máximo também, mas no frio não é tão recomendável.

Há também a praça des Vosges que as crianças adoraram brincar. É uma pracinha como qualquer outra, mas os brinquedos são todos estilizados e ao redor tem várias coisas gostosas….

Marais

O bairro da Place Des Vosges é uma delícia.

Fomos duas vezes provar um dos tartares mais tradicionais da Cidade do Ma Borgogne.

Restaurante pequeno e aconchegante, desde 1800 e poucos. Se não houver espaço dentro, pode ficar de fora que o aquecimento funciona. As crianças adoraram o frango assado com batata fritas também.

Terminado o almoço, visite a loja de chás Damman que é o paraíso de quem curte. Uma viagem de aromas e sabores.

Por fim, vá ao Carréte. Fantásticos macarons (exceto o de doce de leite que achei meio enjoativo) e doces em geral. O croissant aux amandes estava muito saboroso e molhadinho, podia só estar mais fresquinho e crocante.

Au pied de Couchon

Um dos lugares pop da cidade, o restaurante vive cheio e é bonito.

Fomos bem atendidos e provei a sopa de cebola que é considerada a melhor da cidade. Achei o queijo fantástico, mas a sopa em si faltou um je ne sais quoi.

As crianças dividiram um prato de salmão excelente.

O pé de porco, entretanto, decepcionou. Gordura demais, carne de menos.

Resultado: belo, bom, mas não barato e falhou na pièce de resistance.

Les Deux Magots

Casa tradicional e perfeita para um brunch.

Croque Messieurs elegantíssimos e uma omelete sensacional. O Petit Chablis da casa também vai bem com tudo. Adorei!

Café Breizh

Queres provar galettes (crépe de trigo sarraceno) super refinadas e diferentes? Essa casa com filiais até no Japão é uma boa.

Comi um de arenque com caviar inimaginável!

De sobremesa: Crepe suzette ou com caramelo.

A bebida da casa é a Cidra. Mas achei mais bonita do que gostosa.

Por fim, pedimos o prato de frutos do mar e estava uma delícia.

Conclua sua viagem jantando perto e olhando, a partir do Trocadero a hora que a torre se ilumina. É emocionante.

Jantamos no Le Beaujolais na Av. Suffren. Lugarzinho que é turístico, mas a comida estava gostosa a beça, as crianças (de todas as idades) adoraram as escolhas e saímos de lá felizes da vida. Volto lá com certeza para jantar e depois passear pela torre.

PS.: achei uma furada subir a torre. Horas em pé. Fila enorme. Mas, se estiver com disponibilidade tenho que confessar que a vista é bela e um champanhe lá no alto (tem um bar de champanhe) não é uma má ideia….

Conclusão

Enfim, se não gostar de paris, insista. Ela que ainda não deve ter de conquistado ainda…. mas irá!

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Gastronomia | Viagens

PRAGA MARAVILHOSA

Por em 5 de fevereiro de 2018

 Joia Rara – elegância com estilo próprio.

 

Metrópole com arquitetura de primor, gente bonita e bem vestida, lugares cool, jazz ou música clássica há um charme e um astral todo especial.

Beleza ao olhar banhado  a boas cervejas, cravejado com arquitetura de primeira e delicadeza nos detalhes.

… Impossível ficar sem conhecer. Ao estar lá, há que se render!

A vista do rio e a ponte que levam ao castelo é algo realmente sem igual.

O castelo medieval encanta e vibra história. Igrejas belíssimas e um ambiente mágico.

Além do bazar de natal na praça principal – parece de mentira de tão lindo -, há relógios diferentes pela cidade e ruas com lojas de todos os tipos.

O romantismo do local só não é maior pela quantidade de turistas que rondam em busca de degustar a cidade ao máximo! E como não?

Para aproveitar a vista, vale sentar nas arquitetônicas e especiais “Dancing Houses” (casas dançantes) e tomar um drink no telhado.️

Budha Bar

A primeira noite ficamos no restaurante do hotel Ma-ra-vi-lho-so e super fashion (Budha Bar Hotel). .

Drinks sofisticados, saindo do conceito de frutas, com especiarias, rolls de sabores complexos com arroz no ponto e magias experimentais, concluindo com um pad thai de camarão com tamarindo!

Museu da Cerveja

Além de um colírio para os olhos, Praga é o paraíso dos cervejeiros. Vale a visita com degustação ao Museu da Cerveja, ou parar em cada esquina para enfileirar as torneiras disponíveis em qualquer boteco.

Dados do museu: Nenhum povo bebe mais cerveja que os tchecos. A terra de Kafka registra o maior consumo per capita da loira gelada (ou morena, ou ruiva, ou negra – todas ótimas!), com folga sobre os demais países ranqueados.

Os tchecos em geral falam inglês, mas quem quiser ser simpático já pode aprender o básico: “pivo” é a pedida! ❤️

 Unbeatable Field!

Nem sempre temos jantares que nascem eternos. Mas esse vai!

Field Restaurant em Praga tem ambiente jeitoso em cada detalhe, de assinatura. Merecida estrela Michelin.

Lembram da cena inicial de Dragão Vermelho (Edward Norton e o personagem inesquecível Hannibal, o canibal)? O inteligente policial percebe que o médico havia servido o timo do violinista desafinado aos patrocinadores do concerto?

Pois foi embebida de um sentimento de curiosidade que me preparei para comer timo… e adorei.

A casa oferece menu degustação ou pratos com diferencial

De amouse bouche vieram patê de arenque de comer de joelhos, crocantes de queijo com molho e shot de cerveja com especiarias – explosivo leque de sabores geniais.

Comemos um pombo com trufas e maçã … divino!

Não é qualquer dia que estamos dispostos a mergulhar nessa viagem (nem podemos) e tem que estar preparado para carnes diferentes, mas foi uma senhora comemoração.

Permitam-se hipnotizar pelo local. E me contem.

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Gastronomia

Abra-te Sésamo!

Por em

Trocaria 40 ladrões por mais uma noite como essas. (Entre na brincadeira ?)

Em meio às ruas de Copacabana adentra-mo-nos a uma cobertura que mais parecia a caverna de Aladim com tantas riquezas em meio ao deserto.

Um jantar “das Arabias” de Barcellos Gastronomia pelos talentosos Gabriel Moreira (@gabrielmoreira282) e Diego Barcellos (@diegobarcelllo) harmonizado por Fábio Massad (@massadfabio) com vinhos especialíssimos tudo tapeceado pela delicada Andréa Leal (@andrea_leal_buffet) em Mais uma refinada versão de seus jantares.

Fomos recebidos com um Garibaldi Vero Brut perfeito de boas vindas.

Em seguida, um Amouse Bouche de Mil Folhas de Kibe Cru e Damasco tostado com queijo de cabra e um fio de beterraba, harmonizado com um rosé interessantíssimo da Cordilheira Andina. 

 

A salada Fatoush reinventada se abraçou com meu querido Chardonnay Los Haroldos Roble que tinha aquela bicoloridade linda, em que a parte de cima da taça fica meio fosca e condensada e a parte de baixo translucida. Me sinto tomando um líquido mágico.

O carré de cordeiro mal passado veio com um cremoso risoto de frutas secas com um imbatível Cabernet Sauvignon Perez Cruz Reserva que foi o sucesso da mesa.

 

Por fim, Figo brulée com uma tuile de amêndoas e sorvete de iogurte fresco com drink de amaretto com damasco.

Fechando com um café e brigadeiro de nozes olhando as estrelas.

Gente inteligente, elegante, com humor e beleza nos detalhes nos proporcionou um momento especial em meio a uma semana corrida.

Não bastasse, reencontrei os queridos (e talentosos) Eduardo Almeida e pude (re)conhecer a já amiga Fernanda Giovanini pessoalmente.

Simbad que me perdoe, mas fui e voltei de tapete nos pratos e emersão noturna.

Agradeço o convite. Elegância é fundamental. E o sabor, inesquecível.

 

Fotos: Eduardo Almeida Fotografia (@eduardoalmeidafotografia)

www.eduardoalmeidafotografia.com.br

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Gastronomia | Receitas | Viagens

Polônia – Volta às Origens

Por em 31 de janeiro de 2018

Conhecer a Polônia foi a realização de um grande sonho meu. Tive um “encontro de almas” na terra da minha Babunia (vovozinha) e acho que todo mundo que for ao Leste Europeu deveria conhecer.

Os poloneses são bonitos, sabem comer com sabor e sem excesso.

Vodka, torta de maçã, drinks, sopa, neve, salão de beleza, crianças pela rua, merengue, vinho, pierogis, da pra ser mais feliz? Não sei, mas me encontrei nesse lugar!

Sopas são o must da terra. Imperdíveis desde o mercado de rua aos restaurantes ais chiques.

Preparem-se para frio no inverno. Muita neve e anoitece às 15:30 (o que significa que na hora do lanche dá pra pedir uma taça de vinho pra continuar a caminhada no gelo)!

As vodcas (aguazinhas) são imbatíveis.

 

Vodkas

Desde o século oitavo há traços desta versão líquida da batata que durante um tempo foi utilizada (foi?) como remédio. A primeira vez que a internet diz que houve referência ao nome vodca foi na corte polonesa em 1405 (Akta Grodzkie).

A versão de cereja é algo de rezar.

Aliás, o legal são as várias opções. Fizemos degustação no Wodka Bar em Kraków com cereja, chili, blackberry, menta, gengibre, mel… preciso dizer que estava incrível?

 

Varsóvia

Maior, mais cosmopolita, mais leve. Warsaw é muito mais que eu imaginava.

Gente simpática, grandiosos prédios, senti certa familiaridade e senso de pertencimento.

Ficamos no Hotel Polônia Palace lindo, clássico e elegante nos super simpáticos com um drink de boas vindas em um bar elegantíssimo, com decoração requintada, música lindamente executada ao piano e um saguão muito fofo e de bom gosto (estilo tradicional).

Sem duvida o primeiro Pierogi (raviolões de massa rústica) surpreendeu pela leveza do espinafre e massa caseira única! A cidra docinha e um prato de porco sequinho com nhoques ligeiramente tostados e salada de repolho e maçã foi um cartão de visitas delicioso no Zascianek (restaurante ao lado do Hotel).

Um dos bares mais cool que conhecemos foi o Klar – Drinks estupendos, Camembert derretido com mel de abacaxi e tomilho e a melhor sopa de batata do mundo (com couve flor, pimenta calabresa e algo de lemon pepper) em sensação não conhecida antes de sabor. Pequenino, super fashion e 200m da praça principal. Amei!!!! ❤

Passeamos também por um bar com mais de mil rótulos de whisky em que pode fazer degustação com charutos. O interessante é que a casa não tem carta de drinks, tudo é feito na hora de acordo com o que você gosta e o que o barman acha que irá gostar. Alguns drinks tropicais super diferentes no Dom Whisky.

Um jantar inesquecível foi o do restaurante Roxana. Ambiente lindo, música ao vivo, mesas tradicionais, doces enormes. Tartares delicadíssimos e lindos, e pratos de pato e ganso- ao molho de frutas. O carrinho de sobremesa parece uma sessão de fotos pinterest. Mas enche. É bom reservar.

Por fim, o familiar Gospoda Polski no centro velho finalizou a nossa estadia com louvor. Uma casinha perto do centro com comida saborosa e ambiente familiar nos ganhou.

 

Krakow

Cidade mais simpática que conheci!

A Cidade Velha (Miasto Kraków) é cheia de casinhas, restaurantes fofos, clubes de jazz e ofertas de concerto em igrejas.

Ir na época de natal te da uma experiência única do mercado de natal na praça com sopas e pierogis variados, queijos tostados na hora, vinho quente com especiarias (Wino – Mulled Wine).

O restaurante de nosso hotel Unicos (boutique, super in) era italiano e extremamente bom! Os frutos do mar, risoto e massa pareciam saídos direto de uma descoberta na Itália. Mas o chef era polonês, garanti!

Fomos em um ótimo show de jazz no Harris Jazz Bar e assistimos uma futura estrela Ayanna Coleman-Potempa! Me lembrou a Amy no início de carreira. Que voz!

 

Tudo na Polônia é bonitinho. Cada cantinho, cada detalhe, muito aconchegante.

 

Visitem! Na zdrowie!

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Gastronomia | Viagens

Nhoque Polonês, chame a criançada e faça a festa!

Por em

1 queijo minas médio

100 g de queijo parmesão (50g se o minas for salgado)

250g Farinha

1 ovo (ou 2 ovos se o minas estiver mais seco)

 

Modo de Preparo

Essa receita veio da minha avó e era usada para aproveitar o queijo que estava ficando mais velhinho. Com certeza é meu carro chefe.

Comece amassando o queijo minas e ralando o queijo parmesão, adicione ovo e aos poucos a farinha. O sal eu deixo a gosto do freguês.

Amasse com vontade, quando a massa começar a desgrudar da sua mão é sinal que encontrou o ponto do nhoque – se quiser, chame as crianças para ajudar, garanto que o sabor ficará ainda melhor.

Como a consistência do queijo minas, sal e a quantidade de água no nhoque podem variar, gosto sempre de ir colocando o queijo minas e a farinha aos poucos.

Se – por acaso – eventualmente a massa estiver com pouca “liga”, fique à vontade para adicionar mais um ovo.

Para fazer as “bolinhas”, sugiro que reserve um espaço amplo e liso. Depois jogue farinha sobre a mesa e nas mãos, assim a massa não irá grudar em nenhum lugar.

Depois de tudo preparado é hora do Master Chefe enrolar o nosso nhoque, lembre-se: nada muito pequeno, mas também nada muito grande, faça uma bola média, assim irá saborear melhor cada pedacinho de queijo do nosso delicioso nhoque.

Coloque a massa sobre a mesa e enrole o nhoque até ele virar uma “minhoquinha”, depois corte os pedaços com uma faca. Prontinho, está pronta a nossa deliciosa massa.

Para servir, podemos dar algumas opções:

  • Cozer e servir com queijo parmesão ou qualquer outro molho.
  • Cozer e depois dar uma ligeira “fritadinha” na manteiga só para ficar crocante por fora e molinho por dentro – gosto de servir assim de petisco
  • Da forma polonesa, cozido com molho de manteiga e farinha de rosca para os mais corajosos!

Na Zdrowie! 

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